quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Ensinando a fazer xixi e cocô no jornal


É preciso ter paciência pra ensinar seu cãozinho a fazer xixi e cocô no lugar certo. Mas não se preocupe, ele aprende relativamente rápido, só depende do seu método de ensino.

Pode ser que você pense que seu cão já aprendeu, mas um belo dia ele erra o local. Acontece. Não desanime nem se desespere. Essas ondas fazem parte do processo de aprendizado e não vai demorar para que ele acerte 100% das vezes.

Como ensinar a fazer no lugar certo? Vamos lá!

Nas primeiras semanas, seu cachorrinho não deve ficar solto pela casa toda. Tanto por causa das necessidades quanto por causa da segurança mesmo. Ele é um bebê. Imagine-o como uma criança, que precisa brincar em um local determinado e não pode ficar solta por todo o apartamento.

Agora que você já delimitou o local (área da cozinha, varanda, etc), forre TODO o chão com jornal, sem deixar frestas. Ele tem que ter espaço para fazer as necessidades, além de brincar e dormir. Lembre-se de limpar SEMPRE o jornal, porque ele tem que sentir que as necessidades estão sendo absorvidas.

Deixe-o aí por uma semana (NÃO TIRE, nem com supervisão). Brinque bastante com ele nesse espaço e se ele fizer, estará fazendo no lugar certo. Elogie sempre que o vir fazendo no jornal. Faça festa, incentive.

Na segunda semana, tire uma parte do jornal (onde ele escolheu para dormir) e troque por uma cama (ou paninho), tire o jornal de onde ele come, deixando apenas as tigelinhas. Continue com todo o resto forrado com o jornal.

Vá reduzindo TODO DIA UM POUQUINHO o resto do jornal. Se ele fizer no lugar certo, agrade-o. Se ele fizer no lugar errado, volte o treinamento em um dia. Mantenha ele nesse espaço na segunda semana também. Brinque com ele aí, leve as pessoas para vê-lo nesse espaço. Não se esqueça de deixar os brinquedos para ele.

Na terceira semana, espere que ele coma, faça as necessidades e só aí deixe-o sair. Se ele começar a rodar cheirando o chão, ou a cada duas horas (o que vier antes), leve-o para o espaço com jornal. Só deixe-o sair depois de ter feito as necessidades, mesmo que pareça que ele perdeu a vontade.

Se ele começar a fazer no lugar errado, diga NÃO, pegue-o e leve-o para o espaço. Ele vai fazendo no caminho mesmo, porque ele não tem controle total sobre as necessidades. Se ele terminar no jornal, mesmo que seja uma gotinha, elogie-o como se tivesse acertado. Se não, deixe-o preso até que faça as necessidades no jornal. Não brinque exaustivamente com ele... muitos cães, para não atrapalhar a brincadeira, seguram as necessidades até não aguentar mais e fazem onde estão mesmo. Por isso, brinque bastante, mas não se esqueça de parar de vez em quando e prendê-lo (é igual a criança, é você que tem que lembrá-la que ELA está com vontade de ir ao banheiro).

Também deixe-o preso quando não puder ficar olhando.

Dentro de pouco tempo você vai perceber que ele começa a procurar o jornal sozinho. Elogie MUITO toda vez que ele acertar.

Destruir o jornal

O barulho do jornal sendo rasgado é tentador para um filhotinho e é muito comum que ele queira se divertir picotando o jornal todo com as unhas e os dentes.

Para acabar com esse hábito, borrife um pouco de água no jornal e deixe-o úmido. Dessa forma, ele não vai fazer barulho quando for rasgado e seu bichinho não vai ficar tentado a destruí-lo.

Para não deixar os papéis soltos, prenda com uma fita adesiva no chão sempre que for trocar.

Yorkshire terrier


Yorkshire terrier, também chamada york e yorkie, é uma raça canina de pequeno porte do grupo dos terriers. De acordo com a Federação Cinológica Internacional, é a raça de padrão 86, inserida no grupo 3, pertencente a seção 4. Inicialmente criada para ser rateira, seus criadores perceberam de cedo o potencial para uma bem sucedida raça de companhia. Após cruzamentos específicos, o padrão de tamanho, beleza e comportamento foi atingido, o que o tornou um animal popular em poucos anos.
Seu físico é descrito como diminuto e proporcial, de pelagem macia, lisa e comprida, o que lembra o cabelo humano. Sua coloração é difícil de ser obtida, o que o torna ainda mais interessante. Sua personalidade, descrita por alguns como grande para seu tamanho, é classificada como destemida, carinhosa, afetuosa, versátil e independente, o que atraiu a atenção dos lares do mundo inteiro, fazendo do yorkshire o cão miniatura mais popular de todos. Inteligente, é também o número um no grupo dos terriers em lista elaborada, que divide a inteligência canina em ranking.
busca pelo animal perfeito gerou problemas específicos para a saúde dos exemplares modernos, bem como carcterísticas psicológicas negativas e termos inexistentes, que prejudicam o bom desenvolvimento de certos indivíduos, além dos problemas de saúde comuns a todos os caninos.
Presente na cultura humana desde o seu surgimento como raça canina, foi o cão favorito naInglaterra, o primeiro campeão nos Estados Unidos em exibição de raças, o preferido no Brasilpor seguidos dez anos e o terceiro cão mais popular em Portugal. O menor de todos os terries, tem como destacados exemplares um campeão de pistas e uma soldado da Segunda Guerra Mundial.

YORKSHIRE TERRIER


YORKSHIRE TERRIER
Padrão FCI: Nº 086 / 28 DE NOVEMBRO DE 2003 / BR;
Origem: GRÃ-BRETANHA
Nome de Origem: YORKSHIRE TERRIER
Utilização: COMPANHIA.
Classificação FCI:
- GRUPO 03 - TERRIERES;
- SEÇÃO 4 - DE COMPANHIA;
- SEM PROVA DE TRABALHO.

Historia da raça sharpei


Quanto à origem desta autêntica raça chinesa existem controvérsias: é possível que o Shar-pei tenha surgido inicialmente no Tibet á 20 séculos. Obras de arte da Dinastia Chinesa de Han, (206 a.C. á 220 d.C.) relatam a existência do Shar-pei. Há relatos muito antigos também de sua existência nas províncias que rodeiam o mar da China Meridional, Dialak, na província de KWUN TUNG é uma delas.
Na China sempre existiram duas categorias de cães: os sagrados e os de trabalho.
Os cães sagrados eram mantidos dentro do Palácio de Pequim, ou cidade proibida e eram tratados como reis ou deuses. Os cães de trabalho como o SHAR-PEI, raça muito antiga na China, além de realizarem tarefas como caça de javalis, guardadores de rebanhos foram utilizados em combates de arena contra outros cães (esporte extremamente popular na China). Sua pele muito solta forma inúmeras rugas pelo corpo, o que constituía uma defesa contra as dentadas do adversário, os ferimentos eram restritos à pele que se esticava com as mordidas impedindo assim que os órgãos abaixo dela fossem atingidos. Acredita-se que eram utilizadas drogas para instigar sua agressividade, já que se trata de um cão afável e dócil.
O tipo físico original do Shar-pei foi se perdendo na própria China, (os primeiros exemplares da raça eram bem maiores e mais enrugados que os atuais), a partir do final da década de 40. Foi o preço pago pelo mundo canino em conseqüência da revolução comunista do país em 1949. Nessa época, a raça quase foi extinta.
A posse de cães e outros animais de estimação se tornaram um luxo proibido.
Abriu-se uma exceção para os cães de camponeses que comprovadamente os usavam para caça.
Os demais só poderiam ter o direito de existir se seus proprietários arcassem com multas altíssimas.
Caso contrário, a sentença era a execução, cumprida pelos soldados de Mão Tse Tung. 
Com isso os cães "não trabalhadores" do país viraram alimentos para o povo esfomeado.
Resistiu ao sacrifício em massa e também à cultura de um país que adquiriu o hábito de se alimentar de carne canina.
Por sorte, o Shar-pei original era um excelente caçador. Por azar, o número de caçadores era relativamente pequeno, restando poucos exemplares vivos.
E mesmo entre estes nem todos escaparam da morte e desta vez por uma seleção dos próprios caçadores, que utilizavam apenas os serviços dos exemplares considerados bons na caça.
Os poucos Shar-peis sobreviventes tiveram que enfrentar ainda outro problema: os efeitos da desnutrição. Alimentando-se apenas com sobras das mesas dos camponeses, começaram a diminuir gradativamente de tamanho.
A desnutrição impede que o tamanho ideal determinado pelo potencial genético seja atingido. Os filhotes de pais desnutridos tendem a nascer menores e mais fracos, e assim sucessivamente, até que o problema da desnutrição seja resolvido.
Porém, mesmo quando a desnutrição acabou o tamanho das novas gerações continuou menor, o fator responsável por isso provavelmente foram os acasalamentos consangüíneos e inter-raciais já que havia poucos exemplares naquela época.
Os Shar-peis diminuíram de tamanho dos cerca de seus 58 cm para de 44 á 51 cm hoje.
Os malefícios da reprodução entre parentes e da mistura de raças perduram até hoje. Apesar de o padrão pedir tamanhos maiores, a maioria dos cães não os atinge. E até o texto do padrão novo se mostra complacente quanto a tal realidade: "se um exemplar não estiver bem dentro dos parâmetros de tamanhos descritos, não deve ser severamente penalizado". 
Em 1974, o Shar-pei figurouno livro Guiness de Record como o cão mais raro e exótico do planeta. Um ano antes, alguns chineses encabeçados por Matgo Law, de Hong Kong, lançaram um apelo de salvação à raça, publicando em revistas e jornais Norte Americanos:"Quem sabe se conseguirmos enviar alguns dos nossos cães para o seu país, eles poderão, algum dia, se tornar tão populares como o Pequinês ou o Chow-Chow", escreveu ele. Diante de tal apelo comovente em torno de 200 criadores
se dispuseram a aceitar o desafio entre eles destaque para Ernest Albright, que neste mesmo ano fundou o "The Original Chinese Shar-Pei Club of America", a primeira entidade da raça nos Estados Unidos da América.
Mas havia um problema, a maioria dos exemplares disponíveis era aquela vinda da consangüinidade e da mestiçagem. Portanto, não tinham as características originais do Shar-pei pré-revolução comunista.
De acordo com Robert Horsnell, (que mora na China e hoje é membro do Hong Kong Kennel Club), no ano de 1974 exportou os 6 primeiros exemplares de Hong Kong para os Estados Unidos da América e até 1976 foram enviados aos Estados Unidos cerca de 100 exemplares, poucos deles com o físico do tipo original.

Não De Chocolate Pra Seu Cachorro


    Chocolate e toxico para os cães
Nunca dê chocolate ao seu cachorro  eles ficam doentes protejam o cachorros de  voces

cães sozinhos

Pode deixar o cachorro sozinho ?





                   Não deixe  seu fiel companheiro
                   Sozinho muito tempo ele pode ter
                   Depressão  eles tentam ocupar o
                   Tempinho  dele destruindo moveis
                   Objetos .O seu cão ficara meio
                     Triste entao gente tomem muito
                     Cuidado.
                 

Nomes Ideais Para Cachorros

Gente vamos ver algumas ideias de nomes para seu cachorro e preste bem atençao igual esse cachorrinho


pode ser dificil escolher o nome do nosso cachorrinho fiel mas olhe essas dicas

posso usar o nome do meu artista favorito?


pode mas depende porque tem nomes que nao devem ser para cachorros

coloque nomes faceis para o cão aprender


porque? porque gente se  voce chamarr seu cão
e ele nao lembrar e porque voce colocou um nome
dificl.
nao de nomes que deixe seu cão triste


porque seu cao pode se sentir ofendido
nao gente sinao seu filhotinho vai ser
tritostonho.

Oque e raça?

O que é e para o que serve a raça?


Para satisfazer as necessidades de seu cão, de modo que ele viva feliz e possa satisfazer as suas necessidades, é essencial começar se dirigindo ao animal que existe dentro dele. Todos os animais precisam trabalhar para ter comida e água e se comunicam com os outros por forma de energia. O nível seguinte de comunicação é se dirigir ao cão que existe em seu bicho de estimação. Por ser um carnívoro social, o cachorro naturalmente deseja fazer parte de uma matilha. Ele vê o mundo de maneira bastante organizada, com regras definidas e claras às quais obedecer e uma hierarquia bem estabelecida de funções e status. Ele enxerga o mundo primeiro por meio do focinho, depois com os olhos e por último com os ouvidos. Acredite se quiser - apenas abordando e satisfazendo as necessidades de seu bicho de estimação levando em conta que ele é um animal em primeiro lugar e um cão em segundo, é possível aprender a evitar e superar muitos dos problemas que você possa ter com ele.

O nível seguinte na psicologia do cão é a raça. Assim como ele recebe "sinais" de seus lados animal e cão, quanto mais puro ele for, mais sintonizado estará com os sinais emitidos pela raça e mais reagirá a eles.

O DNA da raça de um cão traz parte de seu "manual de instruções", por assim dizer. A raça do cachorro é formada pelas funções que ele deve ter, por isso, quanto mais puro ele for, mais vaise valer das características da raça para poder extravasar a energia e a frustração em excesso.

O American Kennel Club dividiu as raças em categorias gerais, com base geralmente nas tarefas originais para as quais os cães eram usados. 

fotos de cachrinhos fofos